segunda-feira, 30 de março de 2026
Neymar no divã
domingo, 29 de março de 2026
Bolsonarismo apoia misoginia
Não chega a causar espanto que parlamentares alinhados ao bolsonarismo se posicionem contra projetos que buscam criminalizar a misoginia.
Ao contrário: trata-se de uma coerência interna — ainda que desconfortável — com a trajetória política e discursiva que orbita em torno de Jair Bolsonaro.
Desde antes de sua chegada ao poder, Bolsonaro construiu capital político ancorado em declarações que frequentemente relativizavam ou desqualificavam pautas ligadas à igualdade de gênero.
Episódios amplamente divulgados, como suas falas direcionadas à deputada Maria do Rosário, não foram desvios pontuais, mas sinais de uma retórica que encontra eco em parte de sua base. Essa linguagem, longe de ser um ruído, acabou se consolidando como identidade política.
Dessa forma, quando projetos que visam tipificar a misoginia como crime avançam no debate público, o que se vê é uma reação previsível desse campo político.
A rejeição não nasce apenas de divergências técnicas ou jurídicas, mas de uma visão de mundo que frequentemente encara tais iniciativas como “exageros”, “censura” ou ameaças à liberdade de expressão — ainda que, na prática, o objetivo dessas propostas seja coibir violências estruturais e simbólicas contra mulheres.
Há também um cálculo político evidente. O bolsonarismo se sustenta, em parte, na mobilização de pautas identitárias invertidas, nas quais a defesa de direitos de minorias é retratada como privilégio ou imposição ideológica.
Nesse contexto, a criminalização da misoginia passa a ser apresentada como mais um elemento de uma suposta agenda “progressista” a ser combatida, reforçando a coesão de sua base eleitoral.
Por fim, é preciso reconhecer que esse posicionamento revela mais do que uma discordância legislativa: expõe os limites de um projeto político que, ao resistir ao reconhecimento de violências de gênero, acaba por normalizá-las — ainda que indiretamente.
Racismo, misoginia, homofobia, fazem parte da identidade bolsonarista.
E é justamente por isso que não surpreende.
Surpreendente seria o contrário: uma ruptura com esse padrão discursivo que, até aqui, nunca deu sinais consistentes de acontecer.
sexta-feira, 27 de março de 2026
Com gosto de despedida
quinta-feira, 26 de março de 2026
Até que a Morte nos separe
quarta-feira, 25 de março de 2026
Andreia Sadi se assumiu como mentirosa, indigna de confiança
Tristirinhas do Thiago Muniz
1) Trump e Netanyahu acharam que ganhariam fácil a guerra contra o Irã, ainda mais tendo tomado o petróleo venezuelano de assalto. Só que calcularam errado demais, o Irã já estava se preparando para esse embate desde que o Trump participava das orgias da ilha do Epstein. E agora está em posição de desvantagem já que não possui o controle do Estreito de Ormuz.
2) Que canalhice da Globonews. Fazer um Powerpoint Lavajatista do caso banco Master aos mesmos moldes de Deltan Dallagnol, tendo a audácia de colocar o Lula envolvido. Globo, Folha e Estadão abraçados na cova da extrema direita Faria Lima Agropop escravista.
3) Neymar 2026 e Romário 2002: são situações parecidas com contextos completamente diferentes. O Romário tecnicamente estava no fino da bola fazendo muitos gols, tinha capacidade para contribuir em campo mesmo aos 36 anos mas o que impactou para a sua não convocação foi o fator extracampo, principalmente com o Felipão, fora que ele tomou uma pernada do presidente da CBF na época, Ricardo Teixeira. O Neymar não está conseguindo entregar a parte física e muito menos a parte técnica, nunca foi convocado pelo atual técnico Carlo Ancelotti, e ao que parece ambos não possuem um relacionamento fora de campo, e a última janela de amistosos antes da convocação final não esteve entre os relacionados, acho que é o fim do Neymar na seleção brasileira.
4) E vagabundo tá lá: será que o Carlo Ancelotti vai convocar o Neymar? E o Neymar não consegue andar em linha reta. E o Neymar caminha que nem o “Tô doido!” do Zorra Total.
5) Os três primeiros jogos do Brasil na Copa de 2026: Holanda de 74, Real Madrid no Santiago Bernabeu e Fundo de Quintal com Arlindo Cruz e Sombrinha.
6) Banco Master: o banco do CENTRÃO e da EXTREMA DIREITA.






