domingo, 1 de março de 2026

Terceira Guerra Mundial já é realidade

Eu trago más notícias para vocês.

Meu amigo Tarciso (Língua Preta), diz que a gente já está em uma Terceira Guerra Mundial, e que ela não vai ser como as guerras do século 20.

Porque o sistema internacional que organizava os conflitos, baseado em tratados, convenções e no chamado direito internacional, claramente está sendo tensionado. Ninguém está respeitando mais nada como antes.

O que a gente está vendo é uma escalada simultânea de conflitos regionais, sanções econômicas, embargos e envolvimento indireto ou direto de grandes potências.

Só que existe uma diferença importante: hoje as guerras também são econômicas, tecnológicas, financeiras e informacionais. Não é só tanque e míssil. São sanções, bloqueios comerciais, disputa por semicondutores, controle de rotas energéticas e guerra monetária.

E o mundo já não confia nas grandes potências como antes.

Isso não é opinião isolada. Existe um debate real sobre o processo de perda relativa de hegemonia dos Estados Unidos, principalmente no campo econômico e geopolítico, com o avanço de outros polos como China e o fortalecimento de blocos como o BRICS.

Um exemplo concreto é o comportamento dos ativos de segurança. Historicamente, em momentos de crise global, investidores corriam para o dólar e títulos do Tesouro americano. Isso ainda acontece, mas também houve aumento significativo na demanda por ouro por bancos centrais e investidores institucionais como forma de diversificação e proteção contra instabilidade geopolítica e monetária.

Sobre o dólar, ele oscila conforme vários fatores: juros nos Estados Unidos, fluxo de capital global, política monetária e cenário fiscal.

A queda recente frente ao real tem relação com diferencial de juros, fluxo de investimentos e percepção de risco.

Muito graças a Deus que Lula, Alckmin e Haddad são grandes estrategistas, estrategistas econômicos, porque estão segurando a onda aqui. E todo mundo sabe disso, inclusive quem é contra eles.

Agora, uma coisa é fato: uma guerra em larga escala entre potências nucleares não é boa para ninguém. O conceito central da era nuclear é o da dissuasão, a chamada destruição mutuamente assegurada.

Ou seja, não existe vencedor real em um conflito nuclear. Existe colapso econômico global, ruptura de cadeias produtivas, crise energética, alimentar e financeira.

Então sim, o mundo está em uma fase de escalada de tensões sistêmicas. Não necessariamente uma guerra mundial formal como em 1914 ou 1939, com declaração oficial e frentes definidas. Mas uma fase de confrontação simultânea em múltiplos domínios: militar, econômico, tecnológico e monetário.

E, no fim, a frase da Dilma continua sendo uma das mais tecnicamente precisas sobre guerra:

Não acho que quem ganhar ou quem perder, nem quem ganhar nem quem perder, vai ganhar ou perder. Todo mundo vai perder.

TEXTO DE:
Cora Descorada

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