quarta-feira, 17 de junho de 2026

Copa da Vergonha Mundial

Quando o VAR não aciona o árbitro para analisar uma entrada para expulsão de Leonel Messi, a FIFA apenas comprova sem pudor o que todos já sabíamos: que esta Copa é a Copa da Vergonha Mundial.

Uma Copa que poderia ser conhecida pela Copa da Diáspora, pela quantidade de jogadores nascidos fora do país cuja seleção defende, mas que será conhecida como Copa da Diáspora pelo tratamento colonial dado aos jogadores de países explorados.

Aliás, Copa do Exílio cairia bem, já que o principal árbitro africano foi exilado do torneio. Mas a FIFA já anunciou que pagará as diárias como se ele lá estivesse, afinal, trata-se de dinheiro. Ou você achava que a Copa tinha haver com futebol?

Árbitro faz sinal de "white power" dentro da cabine do VAR, e a FIFA estuda se vai poder punir, sem que corra o risco de desagradar o homem que comprou a Copa e justamente é o grande expoente mundial desse movimento racista.

Jogadores do Irã são barrados de entrar e depois de sair dos EUA, mas o fantoche, digo, presidente da FIFA vai ao vestiário fingir um apoio que não existe.

Estrangeiros são detidos pelo ICE, por cometer o crime hediondo de ter pele escura.

Mas o dinheiro corre solto. Messi imune as regras aplicadas aos jogadores que não dão o mesmo retorno finenceiro. Neymar mandando naquela que deveria ser a maior seleção do mundo, mas que não passa de um eterno azarão.

E a imprensa romantiza o Vozinha. Herói improvável vindo de uma nação "inferior" e que serve como distração para que os reais problemas do torneio sejam jogados para debaixo do tapete.

A conclusão que fica é que se alguns países tivessem um mínimo de vergonha na cara, jamais voltariam a participar de um torneio realizado por esse câncer chamado FIFA.

O atual fantoche que atualmente finge comandar a instituição não deveria permanecer no cargo, após o torneio, mas com certeza vai ficar. Obviamente, convidar quase todos os países mais pobres para dividir o palco com os europeus limpinhos vai trazer um apoio enorme.

Porque mesmo nesses países pobres, quem manda é o dinheiro, mesmo que em menores quantidades.

Pois é, amigos, linda Copa.

Aquela que deveria ficar na memória pela despedida de Messi, CR7 e até mesmo Neymar, vai ficar na memória pela despedida do futebol mesmo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário