Existe uma panela de jogadores que na última década estão rotineiramente dentro do calvário da Seleção Brasileira, não produzem resultados para justificar as suas presenças e ainda deixam a impressão que opinam em quem pode ou não estar nas convocações.
Um pouco antes da convocação para a Copa do Mundo, vimos numa entrevista o jogador Casimiro declarar que o jogador Endrick não estava pronto para jogar na seleção.
No alto de seus 19 anos, foi importante na conquista de um Brasileirão para o Palmeiras, fez gols importantes para o Real Madrid e agora na última passagem pelo Lyon fez gols que ajudaram muito o clube.
Se aos 19 anos ele acha que o Endrick não está pronto, o que ele acha do Pelé em 1958? O que ele acha da convocação do Ronaldo Nazário em 1994?
Panela!
O que essa atual geração de jogadores produziu e conquistou com a Seleção Brasileira?
A tal ponto de dar pitacos em quem pode ou não ser convocado. Há os que pelo menos já disputaram no mínimo 1 Copa do Mundo e nada.
São bons jogadores, isso é um fato; possuem carreiras sólidas em seus clubes, uma ótima situação financeira, mas não foram capazes de se consolidar dentro da Seleção Brasileira. São milionários fracassados, e será mais uma Copa medíocre.
São os culpados pela derrocada da seleção brasileira? É claro que não, há diversas variantes, principalmente na cadeia de comando. Mas são potenciais indicadores por essa queda brusca na falta de resultados consistentes. E não há uma indignação, pois eles viram a chave e passam a viver suas ricas vidas.
Falta sangue, suor e lágrimas; jogadores que tenham fome.
A Seleção Brasileira precisa dessa essência, e não se deixar ser dominada pela importação de costumes.
TEXTO DE:
Thiago Muniz

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