segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

EUA, Groenlândia e o possível boicote a Copa do Mundo

Vamos falar dos Estados Unidos, porque se a Convenção de Genebra fosse aplicada, todos os presidentes dos Estados Unidos estariam presos.

O debate sobre um possível boicote à Copa do Mundo de 2026, sediada nos EUA, Canadá e México, ganhou força no início de 2026, impulsionado por tensões geopolíticas envolvendo o presidente Donald Trump, ameaças de taxas tarifárias contra a Europa e a questão da Groenlândia.

A discussão também ganhou força nas redes sociais com hashtags como #BoycottWorldCup2026, citando receios com políticas migratórias e segurança nos EUA.

No entanto, até o final de janeiro de 2026, um boicote efetivo por seleções nacionais ainda é considerado improvável, mas o debate reflete uma politização crescente do evento.

A Europa vai perder a Groenlândia para os Estados Unidos e, se não ficar quieta, vai perder tudo, porque a Europa acabou.

A Europa não é nada. A Europa é uma península da Ásia, mas que resolveram chamar de continente porque há 2 mil anos ela é um império que concentrou muito poder.

A Europa nunca foi um continente. Então, nós temos a Ásia, com duas penínsulas.

Uma, que é o Oriente Médio, na região sudoeste, e outra, que é a Europa, na região oeste. Só isso. Mais nada. O mundo é tripolar. Estados Unidos, Rússia e China.

E, neste tripolar, nós temos um bipolar muito forte para o lado do BRICS.

Se considerarmos o BRICS um mundo e os Estados Unidos outro, seremos bipolar. Os Estados Unidos podem ser derrubados economicamente. A resistência dos Estados Unidos é a bomba atômica que ele tem muito poderio militar.

Um Estado decidiu pela força arrancar de outro Estado o seu governante. E é aqui onde entra a filosofia, porque o que está em jogo não é apenas um homem, mas o próprio conceito de soberania, de justiça e de legitimidade no mundo moderno.

Bom, vamos voltar ao tempo. Ao tempo em que desde Thomas Hobbes aprendemos a imaginar o Estado como um leviatã, ou seja, uma criatura gigantesca, temível e criada para impedir o caos. Cada país no seu território guarda sua própria fera, guarda seu próprio leviatã, mas o que vemos agora é algo muito mais antigo. Um leviatã devorando o outro leviatã.

TEXTO DE:
Thiago Muniz

Um comentário:

  1. A humanidade sofre, por conta de atitudes que nos remetem aos tempos das barbáries, quando as diferenças entre os povos, se resolviam em guerras sangrentas e com requintes de crueldade e irracionalidade, quase animais. Os mais fortes escravizam os mais fracos, explorando-os sem nenhuma preocupação com sua integridade física e moral.

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