O preço exorbitante de produtos da cesta básica, como arroz, feijão, óleo de soja e leite, deixa os brasileiros completamente assustados.
O arroz tipo A, por exemplo, passou de R$17 para R$ 26, em
Belo Horizonte. No
Paraná, um pacote de arroz chegou a R$ 43.
A ministra
Tereza Cristina, garantiu que fará o preço do arroz baixar, e que o produto não vai faltar nas prateleiras, porém, não explicou como fará isso.
"O arroz não vai faltar, se
Deus quiser, ano que vem teremos uma safra melhor", disse a ministra.
Para piorar, o quilo da linguiça, uma das proteínas mais consumidas pelo brasileiro, também disparou. A famosa linguiça de
Maracaju chega a custar R$ 55. Na capital do estado, a iguaria já teve um aumento de 41% no preço desde o início da pandemia de Coivd-19.
O óleo de soja também se encontra no grupo de vilões dos precos. O
Dieese aponta que o produto ficou mais caro em 17 capitais pesquisadas em agosto. As maiores altas verificadas foram em nossa
Campo Grande (31,85%), em Aracaju (26,47%), no
Rio de Janeiro (22,39%) e em
Porto Alegre (21,15%).
Segundo o Dieese, as demandas interna e externa têm elevado as cotações da soja e derivados.
O arroz aulinha ficou mais caro em 15 capitais, com destaque para
Campo Grande que teve alta de 13,61%, só ficando atrás de
Porto Alegre com reajuste de 17,91%.
O feijão porém, teve redução de 25,53% em
Campo Grande.
O Procon já confirmou que notificou a Associação que representa os supermercados em
Mato Grosso do Sul ( de acordo com reportagem do
Midiamax ).
Com a alta do valor do dólar, a alta dos preços tende a continuar, deixa do cada vez mais difícil ter acesso a produtos essenciais da cesta básica.