No dia 17/02 houve o jogo do Benfica contra o Real Madrid, no Estádio da Luz em Lisboa.
E o jogo ficou marcado por um ato racista, inexplicável e revoltante contra o Vinicius Júnior.
Após um golaço que o Vini fez, ele precisou, apenas dançar, para aflorar todo racismo contra um jogador negro de pele retinta, que é livre e pode comemorar como bem quiser.
Um jogador argentino, chamado Prestianni, covardemente, colocando a camisa por cima da boca, começou a chamar o Vini de macaco.
E pra piorar todo cenário. O jogador racista, após cometer um crime, saiu aplaudido do estádio.
O que aconteceu com o Vini Jr. não é um caso isolado. Longe disso. Ele acumula inúmeros casos de racismo sofrido, seja na Champions League ou La Liga, os dias passam, as semanas voam e os meses mudam, mas, sempre ocorre atos racistas que as organizações não encontram soluções eficientes para punir severamente tais ações.
Aí tem uns imbecis que falam “ah mas isso só acontece com o Vini, pq o jogador X e Y não sofre racismo”.
Obviamente, o Vini Jr. é fora da curva. Ele se posiciona contra os racistas. Ele comprou esse luta dentro do futebol. Ele continua dançando. Ele continua fazendo gol e debochando. Ele continua sendo um dos jogadores mais bem pagos do mundo. Ele continua sendo o camisa 7 de um dos clubes mais ricos do mundo.
Ele é quase perfeito. Mas ele é preto.
E ser preto, em um país colonial, em uma Europa branca, elitista e supremacista, incomoda para um K-ralho.
Pois, ele não se rende a mudar. Ele não se rende a querer reformular suas atitudes.
E nem deve se render.
O método eficiente contra racista é simples: Fósforo e Gasolina.
Não tem diálogo, não tem justificativas. Se for possível, sem dúvidas, é fogo.
Não esperamos nada da Europa em punir o jogador racista, apenas uma nota com a hashtag “no racism” e nada mais.
O que desejamos é muita força, muita fé, muito axé e que o Vini continue firme e forte, sem se abalar e entrando na mente de cada racista.
A pele preta incomoda.
Ainda mais, quando é um(a) preto(a) com cabeça erguida e disposição!
E que eles continuem sofrendo com o seu sorriso.
TEXTO DE:
Thiago Muniz


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